Faturar mais nem sempre significa que já é hora de sair do MEI. E esperar demais para migrar também tem um custo — às vezes, um custo caro. A decisão certa depende menos do quanto você fatura hoje e mais de para onde o seu negócio está indo.

O limite de faturamento não é o único sinal que importa

É verdade que o MEI tem um teto de faturamento anual, e ultrapassá-lo sem planejamento pode gerar desenquadramento retroativo e multa. Mas focar só nesse número faz muita gente perder o momento certo de migrar — seja migrando cedo demais (e pagando mais imposto do que precisaria) ou tarde demais (e perdendo oportunidades de negócio no caminho).

Sinais de que já é hora de virar ME

Esperar até estourar o teto do MEI sem se planejar é o cenário mais caro: além da multa por desenquadramento retroativo, você pode ter que pagar impostos como se fosse ME desde o início do ano — mesmo tendo recolhido como MEI o tempo todo.

O que muda na prática ao virar ME

Ao migrar para Microempresa (dentro do Simples Nacional, na maioria dos casos), três coisas mudam de forma concreta:

Como fazer a migração sem travar a operação

A migração de MEI para ME é um processo formal — não é automática — mas é mais simples do que parece quando feita com antecedência. O ideal é começar a organizar a transição pelo menos um ou dois meses antes de bater no teto, para já entrar no novo regime com a contabilidade, o regime tributário e o CNAE corretos desde o primeiro dia.

Não sabe se já é a hora de migrar?

A gente olha o seu faturamento, seu segmento e seus planos de crescimento antes de recomendar qualquer mudança.

Falar com um contador

Conteúdo informativo, atualizado em setembro de 2026. As regras de enquadramento e os limites de faturamento do MEI e do Simples Nacional podem ser revisados por lei — para uma decisão sobre a sua empresa, consulte sempre um contador.